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SÍRIA
Áreas sitiadas de Homs sofrem fortes bombardeios
Correspondentes da IPS

Doha, Catar, 9/10/2012, (IPS) - As Forças Armadas da Síria intensificaram seu bombardeio de áreas controladas pelos rebeldes na cidade de Homs, afirmam militantes, em meio a denúncias de ataques por terra e ar em outras partes do país.

Fortes confrontos foram registrados entre forças do governo e combatentes da oposição no bairro Al Khalidiyeh, em Homs, enquanto vídeos colocados na internet mostram barris do explosivo trinitrotolueno (TNT) sendo lançados sobre as áreas sitiadas.

Os redutos da oposição em Homs estão sitiados há pelo menos 120 dias, e a situação humanitária ali continua se deteriorando. "O sítio é um problema enorme para nós. Estamos morrendo a cada dia, mas ninguém presta atenção", disse o militante Raji Rahmet Rabou à rede de televisão Al Jazzera em Homs. "Os dois últimos dias foram especialmente intensos, já que o bombardeio não parou", acrescentou.

As província de Aleppo, no norte, Deir Ezzor, no leste, e Idlib, no nordeste, também foram palco, ontem, de enfrentamentos entre as forças do presidente Bashar al Assad e combatentes da oposição, segundo informaram militares. Em Karak al-Sharqi, na província de Derra, no sul, foram informadas 20 pessoas mortas, entre as quais pelo menos cinco combatentes rebeldes, segundo o Observatório Sírio dos Direitos Humanos, com sede na Grã-Bretanha.

Esta organização informou que algumas das mortes ocorreram quando os homens do exército explodiram automóveis que transportavam feridos para os hospitais. "Nos últimos três dias, Karak al-Sharqi sofreu reiterados ataques militares, fortes bombardeios e tentativas de assalto", disse o Observatório, que reúne sua informação a partir de uma rede de ativistas e médicos que trabalham no terreno. A cidade sofreu um "bloqueio atroz e são terríveis as condições médicas e humanitárias", acrescentou.

Os bombardeios da madrugada de ontem aconteceram horas depois da explosão de uma bomba em um veículo estacionado na sede policial do centro de Damasco, matando um policial e afetando o prédio, informou a agência de notícias Sana. Após a explosão, houve um forte tiroteio, segundo testemunhas, enquanto o Observatório informou que "uma ou duas pessoas" morreram na última série de explosões na capital contra objetivos de segurança de alto nível.

Esta última onda de violência acontece depois que o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, alertou sobre "uma perigosa sequela na espiral de violência na fronteira sírio-turca. A escalada do conflito nessa fronteira e o impacto da crise no Líbano são extremamente perigosos", disse Ban na abertura do Fórum Mundial para a Democracia, em Estrasburgo (França).

O levante armado desata cada vez mais violência na fronteira da Síria com a Turquia, país-membro da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) e no dia 7 as forças turcas contra-atacaram depois que um morteiro lançado desde a Síria atingiu, no dia 3, a aldeia fronteiriça de Akcakale. No incidente do dia 7 não houve vítimas fatais, mas no dia 3 morreram cinco civis, todos da mesma família, na aldeia turca após o bombardeio sírio.

Desde essa data, as forças turcas respondem cada vez que a artilharia síria viola seu território, inflamando as tensões entre os ex-aliados e provocando temores quanto a um conflito mais amplo. No dia 4, o parlamento da Turquia deu luz verde ao seu governo para usar a força militar contra a Síria caso considere necessário. O Conselho de Segurança da ONU condenou duramente os ataques transfronteiriços por parte da Síria e pediu a contenção entre os dois vizinhos cujas relações foram a pique desde que começou o conflito no ano passado, com Ancara apoiando os combatentes rebeldes.

Os bombardeios da Síria no Líbano e os disparos transfronteiriços se tornaram moeda comum, enquanto habitantes da fronteira do Líbano acusam o exército sírio de realizar frequentes incursões e sequestrar refugiados. Ban também se mostrou preocupado pelo fornecimento de armas, tanto ao regime de Assad quanto às forças rebeldes. "Novamente peço com urgência aos países que fornecem armas que deixem de fazê-lo", disse. "A militarização só agrava a situação. Chamo todos os envolvidos a abandonar o uso da violência e avançar para uma solução política. Esta é a única maneira de sair da crise", acrescentou Ban. Envolverde/IPS (FIN/2012)

 
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